domingo, 5 de novembro de 2017

Sinópse

Através de veredas verdejantes,procuro repouso esperado.
Tranquilas pastagens avisto num futuro próximo
As quais cairão gigantes ferozes e súditos cruéis ao lado
Por brados corcéis vindo de um lugar que é cósmico.
Deixarão de entopir os canhões que matam
Estroçarão seus próprios vermes,vomitarão sangue
Aos labirintos do qual grandes armadilhas criaram
Fugirão esfomeados,aliados em gangues.
Do céu o triunfo real,mais em em forma Divina
Descerá sobre as guardas angelicais
Para exterminar da terra tudo que contamina
Rastejarão como porcos,pobres carnais.
Aos inocentes restarão a escolha de uma sina
Muitos evaporarão sem saber da verdade
Em tudo isso nada,nem um pouco me fascina
E essa será pra tantos a luta da saudade.
Pobre do ventre que cheio estiver neste dia
Em gritos os escolhidos confusos gritarão Piedade
Óh Jedá que o mar levará a Tí destruida
com tudo que encontrar á sua margem.
Ao começar á cobrança,tentarão berganhar
Se unirão aos vampiros,lideres religiosos e politicos
Mais de nada suas alianças os irão adiantar
Serão envergonhados,derrotados e destruídos.
Alivio eu terei Óh Majestade,quando
Ele chegar e me liberar da tarefa
Em deleite terminar meu contrato
E com certeza dar final nesta era.
Aos lugares que em destruição,ermegerá
O Grandioso poder universal está chegando
A vida humana vai voltar á respirar
E nova aliança fará com o Ser humano.

Sem Regras"



Estou entediado pelo ímpito que mexe a cintura.
Na cavalgada que me transporta a insanidade
Meus olhos refletem a sua linda escultura
E num impulso retorna minha mocidade.
Os dias passaram,o tempo passou
O mais engraçado,ainda te vejo reluzente
Para mim nada em voce mudou
E o nosso sexo continua atraente.
Tremem meus nervos,trincam seus lábios
Marcas no pescoço,arranhões nas costas
arregaço nas entranhas,viram-se os olhos
Esquece tudo,as noites são nossas.
Vem grudar no meu corpo,se sujar em prazer
Viver o lápso de um amor sem restrinções
Provar meu gozo,até o amanhecer
Sem limites,sem regras,sem condições.

Permita-se

  Minha voz vai te encontrar, Num eco gigante expulsar do peito a dor. Agora é hora de paz, hora de orar de cantar, fazer o coração pulsar. ...